208. Dos dias quentes

No céu de azul chapado
o bafio do sol quente
sobe em prumo do chão.

O calor, essa virtude;
uma penitência cintilante
de brilhos na água marinha
e areia branca.

Haja pés para correr
sobre a areia quente.
Suor, vermelhidão
e mosquitos que jamais
leram Platão
em sua efêmera vida.

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