143. Ano eleitoral

A ferrovia pinta o seus trens;
o município troca a cor dos ônibus.

Mas não há quem mude a cor do desgosto.

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1 comentário

  1. Algo em mim está se apaixonando por estes escritos. Uma abelhinhah passa
    zzzzzzzzzzando pela minha orelha , ouço seus gritinhos histéricos dizendo
    que estes escritos são inusitados.
    O inusitado para mim é como o mel da rainha da colméia.
    O desgosto não tem cor, só aquela mancha acinzentada pairando.

    Resposta

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