137. Cinema

Vi tantos nomes e sobrenomes
que parecem todos conhecidos.
E tantos rostos febris,
um turbilhão de narizes;
uma pilha de sapatos
junto à porta do cinema:
ele nunca pegou fogo.

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1 comentário

  1. jef

     /  30/07/2010

    Portento de comunicação, poema que ataca diretamente a psiquê do leitor. Difuso, sem ser vago, obscuro, sem ser hermético.
    Belo.

    Responder

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