108. Aos meus amigos vegetarianos

HOMO ERECTUS

[…] Essa espécie de hominídio pode ter evoluído na África cerca de dois milhões de anos atrás, seguindo manadas pelos pastos africanos durante uma expansão interglacial, tornando-se, aos poucos, quase totalmente carnívora. […] Alguns especialistas acreditam que a energia extra fornecida por sua dieta predominantemente carnívora produziu um cérebro maior: 800 cc (sic) a 1.000 cc (Homo sapiens: 1.100 cc a 1.400 cc).

[…] O cérebro maior permitiu que o erectus inventasse de uma maneira sem precedentes na natureza até então. […]

[…] Planejamentos completos exigem processos mentais complexos. A implementação social de um planejamento complexo demanda um alto grau de ccoperação social. Isto implica o uso de uma linguagem que permita uma sintaxe condicional […], o Homo erectus era capaz de expressar tal forma de proposição condicional em sua fala.

FISCHER, Steven Roger. Uma breve História da Linguagem – Introdução à origem das línguas. Trad. Flávia Coimbra. Ed. Novo Século, Osasco, 2009. pp. 47-49

Há gente que dá crédito ao aquecimento global, não há? Eu fico com a tese que, se não tivéssemos comido carne, estaríamos ainda pulando de galho em galho e sequer falaríamos. Nós, leigos, abraçamos o que nos parece mais conveniente.

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5 Comentários

  1. Juliana

     /  29/03/2010

    E viva a Picanha!!!

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  2. Marcello

     /  29/03/2010

    Isso eh parte PODE ser verdade pelo ganho calorico de uma dieta rica em carne; duas considerações: hoje não precisamos mais seguir manadas pois elas estao em bandejinhas no supermercado do lado de casa; portanto MUITO mais calorias a perder ou o CABEÇÃO cada vez crescerá mais…ou a largura do individuo. Ah! Sem falar no impacto que a produção industrial das “bandejinhas”, fazem no meio ambiente.

    Responder
    • Sérgio F. Mendes

       /  29/03/2010

      Pode ser tanta verdade quanto o aquecimento global. E verdade por verdade, fico com os meus filés. Quanto às bandejinhas, bem, a indústria que pare de fazê-las… e eu prefiro a carne dos açougues: mais fresca e sem filmes e isopor.

      Responder
      • Rs…É risível a sua falta de argumentação.

        O sofrimento dos animais em fazendas de produção industrial não é negado nem pelos próprios responsáveis pela produção. E nisso não há tese nem teoria a ser refutada.
        “A indústria que pare de fazê-las”?!
        É como se deparar com o trabalho escravo infantil e dizer: ” a indústria que pare de empregar essas crianças.”
        Ignorar deliberadamente que a indústria obedece o comportamento dos consumidores é de uma má-fé incsrível.
        A questão final está muito além de “gostar ou não de picanha”.

      • Sérgio F. Mendes

         /  11/10/2010

        Não é possível que este texto está atraindo tanta gente. Amigo, se você tem dó dos bichinhos, pense que se eles fossem a espécie dominante no planeta fariam o MESMO. Então, antes de se pôr do lado de algo, pense bem nas consequências civilizatórias dos seus atos.

        Não vou parar de usar as coisas. Como vou transportar as mercadorias? Numa imunda caixa de madeira que eu mesmo vou fazer em casa? É obrigação das indústrias prover embalagens que “não agridam” o meio-ambiente.

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